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Interseccionalidad, decolonialidad, mujeres indígenas y educación superior a distancia: retos para la permanencia estudiantil en las políticas de educación a distancia universitaria

Abstract

La presente investigación se enmarcó en los estudios feministas descoloniales y en metodologías interseccionales, con el objetivo de analizar las imbricaciones e interseccionalidades presentes en las desigualdades sociales, políticas, económicas y culturales que experimentaron las mujeres indígenas estudiantes de la Universidad Estatal a Distancia (UNED), en relación con sus experiencias cotidianas en los espacios educativos universitarios. Mediante un enfoque descolonial e interseccional, se analizaron los factores universitarios e individuales vinculados con la permanencia de estas mujeres en la educación superior a distancia. Este análisis tuvo como finalidad aportar insumos para el mejoramiento de las estructuras institucionales y, con ello, favorecer la continuidad educativa de la población femenina indígena. Con base en la guía metodológica interseccional desarrollada por McCall (2005), se trabajó en la identificación y comprensión de cómo las categorías sociales, económicas y culturales que atraviesan las vidas de las mujeres indígenas estudiantes pueden contribuir a la construcción de rutas de atención y trabajo para la UNED, con el objetivo de promover su permanencia en la institución. Asimismo, este estudio propone lineamientos para el fortalecimiento de una política institucional con enfoques descoloniales, interculturales e interseccionales, aspecto clave para el logro de los objetivos de la investigación. La subsección metodológica interseccional comprendida como intracategorial, según McCall (2005), permitió reconocer las limitaciones del uso de categorías preexistentes; sin embargo, no implicó su rechazo absoluto, sino el reconocimiento de su relevancia para comprender la experiencia social contemporánea a lo largo del proceso investigativo. Gracias al proceso metodológico y teórico desarrollado, se logró un acercamiento interseccional a la realidad educativa de las mujeres indígenas, así como a la revisión teórica de propuestas institucionales y a la identificación de categorías que se entrecruzan en su vivencia estudiantil, con el fin de concretar una propuesta de lineamientos orientados a la atención de la población de estudio. El análisis feminista descolonial e interseccional permitió no solo evidenciar los factores que facilitaron la permanencia de las mujeres indígenas, sino también construir un criterio teórico-político para el impulso de acciones afirmativas dirigidas a poblaciones históricamente afectadas por violencias estructurales y desigualdades sociales, políticas, económicas y culturales. La investigación se orientó a realizar un análisis interseccional de las realidades de las mujeres indígenas estudiantes, con el propósito de contribuir al mejoramiento de las acciones de la universidad pública en relación con esta población. Este análisis posibilitó la construcción de una comprensión crítica y propositiva de su realidad y de su vínculo con la UNED, orientada a la creación de espacios socioculturales y formativos respetuosos de sus saberes y voces, que favorezcan su permanencia educativa en la universidad, así como incidir en la Política Nacional para la Igualdad Efectiva entre Mujeres y Hombres (PIEG 2018-2030).
A pesquisa foi enquadrada nos estudos feministas, decoloniais e em metodologias interseccionais, com o objetivo de analisar as imbricações e interseccionalidades presentes nas desigualdades sociais, políticas, econômicas e culturais vivenciadas pelas mulheres indígenas estudantes da Universidade Estadual a Distância (UNED), em relação às suas experiências cotidianas nos espaços educativos universitários. Por meio de uma abordagem decolonial e interseccional, foram analisados os fatores universitários e individuais que se relacionaram com a permanência dessas mulheres na educação superior a distância. Essa análise teve como finalidade fornecer subsídios para a melhoria das estruturas institucionais e, com isso, favorecer a continuidade educativa da população feminina indígena. Com base no guia metodológico interseccional desenvolvido por McCall (2005), trabalhou-se no processo de não sobrepor categorias, mas sim compreender como estas determinaram rotas de atenção e trabalho. Serviu como base para exigir o fortalecimento de uma política institucional com diretrizes decoloniais, interculturais e interseccionais, aspecto chave para alcançar os objetivos da pesquisa. A subseção metodológica interseccional, compreendida como intracategorial, permitiu aceitar as limitações do uso de categorias pré-existentes; mas, por outro lado, não rejeitar totalmente seu uso e reconhecer sua relevância para compreender a experiência social moderna ao longo do trabalho de investigação. Graças ao processo metodológico e teórico estabelecido, obteve-se uma aproximação interseccional à realidade educativa das mulheres indígenas, à revisão teórica de propostas institucionais, à identificação de categorias que se entrecruzam por sua relação com a vivência estudantil, e foi possível concretizar uma proposta de diretrizes para atender à população estudada. A análise feminista, decolonial e A pesquisa foi enquadrada nos estudos feministas, decoloniais e em metodologias interseccionais, com o objetivo de analisar as imbricações e interseccionalidades presentes nas desigualdades sociais, políticas, econômicas e culturais vivenciadas pelas mulheres indígenas estudantes da Universidade Estadual a Distância (UNED), em relação às suas experiências cotidianas nos espaços educativos universitários. interseccional permitiu não apenas evidenciar os fatores que facilitaram a permanência das mulheres indígenas, mas também construir um critério teórico político para fomentar ações afirmativas dirigidas a populações historicamente afetadas por violências estruturais e desigualdades sociais, políticas, econômicas e culturais. A pesquisa foi orientada para realizar uma análise interseccional das realidades de mulheres indígenas estudantes, com o propósito de contribuir para a melhoria das ações da universidade pública em relação a essa população. Essa análise permitiu construir uma compreensão crítica e propositiva da realidade dessas mulheres e seu vínculo com a UNED, para a criação de espaços socioculturais e formativos respeitosos de seus saberes e vozes, que favorecessem sua permanência educativa na universidade, bem como influenciar a Política Nacional para a Igualdade Efetiva entre Mulheres e Homens (PIEG 2018-2030).

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