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Felicidade e autorrealização no trabalho: modos e consequências de uma gestão organizacional violenta

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Araya Jiménez, Lisbeth
Ferrari, María Aparecida

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A centralidade normativa que tanto o trabalho quanto a felicidade têm adquirido nas sociedades ocidentais contemporâneas, perverteu a finalidade de ambas dimensões, convertendo-as em paradoxo da vida organizacional. Neste artigo, de natureza reflexivo e teórico-crítico, pensamos a respeito da felicidade como um tipo de violência no trabalho e do papel da comunicação nesse processo. Essas considerações adquirem relevância e atualidade em um contexto que mantém e promove um modelo econômico e social excludente, que acrescenta desigualdades, destrói o ambiente e radicaliza as tensões sociais, ao tempo que as exigências de aprimoramento do eu levam os indivíduos da ansiedade, ao estresse, até a depressão.

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Keywords

felicidade, autorrealização, comunicação organizacional, violência no trabalho

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