See discussions, stats, and author profiles for this publication at: https://www.researchgate.net/publication/323755559 Emociones de futuros maestros acerca de los contenidos científicos y la metodología indagatoria en un programa de intervención emocional Conference Paper · March 2018 CITATIONS READS 0 41 1 author: Diego Armando Retana Alvarado University of Costa Rica 28 PUBLICATIONS   17 CITATIONS    SEE PROFILE Some of the authors of this publication are also working on these related projects: Las emociones en la formación inicial de maestros de Educación Primaria View project All content following this page was uploaded by Diego Armando Retana Alvarado on 14 March 2018. The user has requested enhancement of the downloaded file. EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS EM MÚLTIPLOS CONTEXTOS Atas do XVII Encontro Nacional de Educação em Ciências, XVII ENEC, I Seminário Internacional de Educação em Ciências, I SIEC. FICHA TÉCNICA Título Educação em Ciências em múltiplos contextos - Atas do XVII Encontro Nacional de Educação em Ciências, XVII ENEC, I Seminário Internacional de Educação em Ciências, I SIEC. Comissão Editorial Ana Peixoto, Joana Oliveira, Joana Gonçalves, Luísa Neves, Rita Cruz Edição Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Escola Superior de Educação Viana do Castelo, fevereiro de 2018 ISBN – 978-989-8756-17-6 (E-BOOK) Revisão científica: Alcina Mendes, Ana Peixoto, Ana Rodrigues, António José Almeida, Aparecida de Fátima Andrade da Silva, Bento Cavadas, Cecília Galvão, Celina Vieira, Clara Vasconcelos, Cláudia Faria, Cristina Martínez Losada, Delmina Pires, Fátima Paixão, Filomena Teixeira, Graça Simões de Carvalho, Isabel Martins, Isabel Vale, Joana Oliveira, Joaquim Bernardino Lopes, José Alexandre Pinto, José Luís de Jesus Coelho da Silva, José Portela, Laurinda Leite, Leonor Saraiva, Lina Fonseca, Luís Dourado, Luísa Neves, Mariana Valente, Marília Cid, Mirian Jonis, Mónica Baptista, Neusa Scheid, Pedro Reis, Rute Monteiro, Susana Garcia Barros, Teresa Gonçalves,Teresa Vilaça, Vicente Mellado, Vítor Oliveira. 2 ÍNDICE AGRADECIMENTOS........................................................................................................................ 9 PREFÁCIO ..................................................................................................................................... 10 EDITORIAL .................................................................................................................................... 11 Eixo 1: EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS NOS PRIMEIROS ANOS ........................................................... 13 UNA PRIMERA APROXIMACIÓN AL MODELO DE ECOSISTEMA EN EDUCACIÓN PRIMARIA ... 14 Ánxela Bugallo-Rodríguez; M. Cristina Martínez-Losada; Carolina Val Rey ............................ 14 DESARROLLO DE LA FERIA DE CIENCIA Y TECNOLOGÍA Y SUS APORTACIONES EN LA ENSEÑANZA Y EL APRENDIZAJE DE LAS CIENCIAS EXPERIMENTALES EN LA EDUCACIÓN PRIMARIA DE COSTA RICA ....................................................................................................... 23 Johnnatan Andrés Monge Sandoval1; María Marta Camacho Álvarez1; Diego Armando Retana Alvarado2 ................................................................................................................................. 23 EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS PARA A CIDADANIA: PRÁTICAS DE ATIVISMO COM ALUNOS DO 1.ºCEB ...................................................................................................................................... 34 Carolina Amaral1; Elisabete Linhares1,2 ................................................................................... 34 DESCOBRINDO O UNIVERSO: RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE O ENSINO DE ASTRONOMIA NOS ANOS INICIAIS .................................................................................................................. 43 Claudinéa Falcheti Nunes; Evonir Albrecht ............................................................................. 43 O PROGRAMA ENSINO E HISTÓRIA DE CIÊNCIAS DA TERRA E A PRODUÇÃO ACADÊMICA SOBRE GEOCIÊNCIAS NO CONTEXTO DAS CIÊNCIAS NATURAIS NOS PRIMEIROS ANOS DA ESCOLARIZAÇÃO ...................................................................................................................... 48 Rebeca Chiacchio Azevedo Fernandes; Pedro Wagner Gonçalves ......................................... 48 CONDIÇÕES DE PRODUÇÃO DE INOVAÇÕES PEDAGÓGICAS APRESENTADAS EM PESQUISAS BRASILEIRAS SOBRE EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS NOS PRIMEIROS ANOS ESCOLARES............... 56 Rebeca Chiacchio Azevedo Fernandes; Jorge Megid Neto ..................................................... 56 A REPRESENTAÇÃO ANTROPOCÊNTRICA DE NATUREZA REVELADA EM LIVROS DIDÁTICOS DE CIÊNCIAS NATURAIS ................................................................................................................ 64 Lucas Pelino da Silva; Patrícia E.C. Chipoletti Esteves; Pedro Wagner Gonçalves .................. 64 MÃOS DE GELO: FENÓMENOS FÍSICOS NA EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR ................................... 73 Lúcia Brito; Ana Peixoto .......................................................................................................... 73 OS ANIMAIS: UM PERCURSO DE EXPLORAÇÃO EM CONTEXTO DE CRECHE .......................... 81 Alexandre Pinto; António Barbot; Ana Lídia Vale; Ana Marçal; Ana Sofia Pedrosa; Carla Ribeiro; Cristina Maia, Lúcia Silva; Margarida Fonseca ........................................................................ 81 SEMÁFORO NUTRICIONAL: PARE, OLHE E ESCOLHA! ............................................................. 88 Sara Gouveia; Cláudia Maia .................................................................................................... 88 O ENSINO DE CIENCIAS NAS SÉRIES INICIAIS: DISCUSSÕES SOBRE RECURSOS DIDÁTICOS E PRÁTICA PEDAGÓGICA ............................................................................................................ 98 Taitiâny Kárita Bonzanini ......................................................................................................... 98 3 Eixo 2: CIÊNCIAS EM DIÁLOGO COM DIFERENTES ÁREAS DO SABER ....................................... 107 UMA POSSIBILIDADE DE ENSINO PELA PESQUISA A PARTIR DE ATIVIDADES EXPERIMENTAIS DESCRITAS NOS LIVROS DIDÁTICOS DE CIÊNCIAS ................................................................. 108 Patrícia S. Schneid1; Alzira Yamasaki2 .................................................................................... 108 DIÁLOGOS INTERDISCIPLINARES NA PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA DE UM CURSO TÉCNICO DE ENSINO MÉDIO ................................................................................................. 118 Maria Cristina Pansera de Araújo; Eduardo Bresolin; Sandra Elisabet Bazana Nonenmacher ............................................................................................................................................... 118 O USO DE TEXTO DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA NO ENSINO DE CIÊNCIAS SOBRE A SEXUALIDADE HUMANA PARA IR ALÉM DA BIOLOGIZAÇÃO ................................................ 128 Andreia Lelis Pena; Patrícia Lootens Machado; Roberto Ribeiro da Silva ............................ 128 COMUNICAÇÃO E APRENDIZAGEM DE CIÊNCIAS – UM ESTUDO COM CRIANÇAS DO 5º ANO DE ESCOLARIDADE ................................................................................................................. 136 Virginie Mendes1; Joana Oliveira1,2; Luísa Neves1,2 ............................................................... 136 ARTE, INCLUSÃO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UMA EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS INTERVENTIVA ...................................................................................................... 143 Lídia Moreira de Lima; Sheila dos Santos Rodrigues, Adriana Pereira Alves, Juliana Eugênia Caixeta1; Raimunda Leila José da Silva 2 ................................................................................ 143 A INFLUÊNCIA DO USO DA LITERATURA DE FICÇÃO CIENTÍFICA NO PROCESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM DE CIÊNCIAS: UTILIZANDO CONTOS NAS AULAS DO ENSINO MÉDIO ............................................................................................................................................... 150 Daiane Menezes Damacena; Thayná Souza dos Santos; Erivanildo Lopes da Silva; Tatiana Santos Andadre ..................................................................................................................... 150 A UTILIZAÇÃO DE OFICINAS TEMÁTICAS NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO ............................................................................................................................................... 161 Lorena de Queiroz Pimentel; Erivanildo Lopes da Silva; Tatiana Santos Andrade................ 161 EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS E CIDADANIA GLOBAL: PROPOSTAS DE INTEGRAÇÃO CURRICULAR PARA O 2º CEB ....................................................................................................................... 168 Luísa Neves1,2; Joana Oliveira1,2; Graça Carvalho1,3 ............................................................... 168 UMA POSSÍVEL APROXIMAÇÃO ENTRE OS OBJETIVOS DO MOVIMENTO CTS BRASILEIRO COM AS CAPACIDADES DO PENSAMENTO CRÍTICO ....................................................................... 176 Ortência da Paz Santiago; Fernando Carvalho Santos; Erivanildo Lopes da Silva ................ 176 UMA APROXIMAÇÃO ENTRE OS OBJETIVOS DA HISTÓRIA DA CIÊNCIA E AS CAPACIDADES DO PENSAMENTO CRÍTICO .......................................................................................................... 184 Ortência da Paz Santiago; Fernando Carvalho Santos; Erivanildo Lopes da Silva ................. 184 ENSEÑANDO CIENCIAS EN INGLÉS CON LA METODOLOGÍA CLIL .......................................... 193 Eugenia Diaz-Caneiro ............................................................................................................ 193 Eixo 3: EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS EM CONTEXTOS NÃO-FORMAIS ........................................... 203 VISITA AO MUSEU DE CIÊNCIAS: UMA ANÁLISE DAS RELAÇÕES QUE SE ESTABELECEM ENTRE O VISITANTE, O MONITOR E O OBJETO DA EXPOSIÇÃO ....................................................... 204 4 Priscilla Petrucci Alabarse; Maria Helena da Silva Carneiro .................................................. 204 COLÔNIA DE FÉRIAS CIENTÍFICA: UMA ABORDAGEM DE MEDIAÇÕES NO ENSINO DE CIÊNCIAS ............................................................................................................................................... 212 Adriana Pereira Alves; Bruno Cézar Alves da Costa; Juliana Eugênia Caixeta; Raimunda Leila José da Silva ........................................................................................................................... 212 ENSINAR E APRENDER EM UNIVERSIDADES SENIORES: CONCEÇÕES SOBRE A ESTRUTURA DA TERRA .................................................................................................................................... 219 Alexandra Cardoso1; Joana Faria1; Tiago Ribeiro1; Ana Pinheiro2,3; Clara Vasconcelos4 ....... 219 LA DIVULGACIÓN DE LA NATURALEZA MURCIANA ATRAVÉS DE UNA EXPOSICIÓN EN UN MUSEO DE CIENCIAS ............................................................................................................. 229 Manuel Fernández Díaz; María Victoria Sánchez Giner; María del Rosario Fernández Díaz; Pablo Follana Pardo ............................................................................................................... 229 RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS NO PROJETO CANSAT AÇORES 2016: UM ESTUDO DE CASO . 236 José Contente ........................................................................................................................ 236 ENSINAR E APRENDER CIÊNCIAS NA UNIVERSIDADE SÉNIOR: CONCEÇÕES SOBRE POSSÍVEIS CONSEQUÊNCIAS DA INVERSÃO DO CAMPO MAGNÉTICO TERRESTRE ................................ 245 Joana Faria1; Alexandra Cardoso1; Tiago Ribeiro1; Ana Pinheiro2,3; Clara Vasconcelos1,4 ..... 245 A AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM MUSEUS DE CIÊNCIAS: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA DA LITERATURA ........................................................................................................................... 254 Vanessa Souza; Vitor Bonifácio; Ana V. Rodrigues................................................................ 254 A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO CIENTÍFICO ATRAVÉS DA EXPERIMENTAÇÃO........... 261 Beatriz Munhoz Pereira Farias; Alzira Yamasaki; Maira Ferreira; Rodrigo Munhoz Pereira Farias ..................................................................................................................................... 261 Eixo 4: INOVAÇÕES DIDÁTICAS EM EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS .................................................. 267 INSERÇÃO DO TEMA EDUCAÇÃO EM RECURSOS HÍDRICOS POR MEIO DE JORNAIS NO ENSINO DE CIÊNCIAS: CONTRIBUIÇÕES PARA O 8˚ FÓRUM MUNDIAL DA ÁGUA .............................. 268 João Paulo Cunha de Menezes .............................................................................................. 268 O DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES INVESTIGATIVAS COM RECURSO À WEB 2.0 PROMOTORAS DE UMA CIDADANIA ATIVA NO ÂMBITO DA INVESTIGAÇÃO E INOVAÇÃO RESPONSÁVEIS ...................................................................................................................... 276 Carla de Pacífico Dias; Pedro Reis ......................................................................................... 276 MÓDULO DIDÁTICO AUTOMATIZADO DE TRATAMENTO DE ÁGUA: PROPOSTA METODOLÓGICA APLICADA AO ENSINO DE CIÊNCIAS .......................................................... 284 Marcia Regina Royer; Sônia Maria Crivelli Mataruco; Fabiana Silva Botta; Caroline Oenning de Oliveira .................................................................................................................................. 284 APLICATIVO EDUCACIONAL E SUA INTEGRAÇÃO COM O ENSINO DE BOTÂNICA................. 292 Marcia Regina Royer1; Fabiana Silva Botta Demizu1; Késsia Rita da Costa Marchi2; Michele Barboza dos Santos1; Lucila Akiko Nagashima1; Sônia Maria Crivelli Mataruco1 .................. 292 A FOTOGRAFIA CIENTÍFICA EM EXPERIMENTOS INVESTIGATIVOS PARA O ENSINO DE QUÍMICA ............................................................................................................................................... 300 5 Catherine Flor Geraldi Vogt; Ana Julia Cecatto; Marcia Borin da Cunha .............................. 300 RECURSOS DIDATIZANTES EM TEXTOS DE DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA PRESENTES EM LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA ........................................................................................................ 309 Edimara dos Santos Zacarias; Emanoely Karolliny Groeler; Marcia Borin da Cunha ............ 309 A RELAÇÃO ENTRE SERES HUMANOS E ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO SOB O OLHAR DA EDUCAÇÃO CIENTÍFICA ............................................................................................................................. 317 Neusa Maria John Scheid; Geanine Rosalina de Deus; Briseidy Marchesan Soares; Noemi Boer ............................................................................................................................................... 317 O ENSINO RECÍPROCO EM INTERFACE COM O ENSINO DE BIOLOGIA .................................. 323 Simone Paixão Araújo1,2; Maria Helena da Silva Carneiro2 ................................................... 323 O MANUAL ESCOLAR DE CIÊNCIAS HÍBRIDO - CONCEÇÕES E PRÁTICAS DOS PROFESSORES DE CIÊNCIAS NATURAIS .............................................................................................................. 330 A APRENDIZAGEM COOPERATIVA: UMA ESTRATÉGIA PARA O ESTUDO DO ELETROMAGNETISMO NO ENSINO SECUNDÁRIO ................................................................. 339 Francisco José da Rocha1; Silvany Bastos Santiago2; Eloneid Felipe Nobre3 ......................... 339 PLANTAS MEDICINAIS NO ENSINO DE QUÍMICA E BIOLOGIA: UMA ALTERNATIVA PARA O ESTUDO DE FUNÇÕES ORGÂNICAS ....................................................................................... 348 Gleison Lopes da Silva1; Eduardo Augusto Felipe de Vasconcelos2; Eloneid Felipe Nobre1; Silvany Bastos Santiago1 ........................................................................................................ 348 A MEDIDA DO TEMPO GEOLÓGICO ...................................................................................... 358 Bento Cavadas; Nelson Mestrinho ........................................................................................ 358 HISTÓRIA DA CIÊNCIA E DRAMATURGIA NO ENSINO DE QUÍMICA NO ENSINO MÉDIO ...... 367 Eliane Souza dos Reis Hipolito; Marcia Borin da Cunha ........................................................ 367 JOGO, TIC E ENSINO DE QUÍMICA: UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA...................................... 375 Maria das Graças Cleophas ................................................................................................... 375 Eixo 5: COMUNICAR E DIVULGAR CIÊNCIAS NA ATUALIDADE .................................................. 384 PERCEPÇÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA: UMA ANÁLISE EM HISTÓRIAS EM QUADRINHOS PRODUZIDAS POR ESTUDANTES BRASILEIROS ...................................................................... 385 Claudia Almeida Fioresi; Marcia Borin da Cunha .................................................................. 385 ANÁLISE SEMÂNTICA DE RESUMOS CIENTÍFICOS COMO RECURSO PARA EVIDENCIAR PONTOS CRÍTICOS ................................................................................................................................ 392 Gabriel da Silva Bruno¹; Paula Carolei² .................................................................................. 392 Eixo 6: EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS E FORMAÇÃO DE PROFESSORES .......................................... 403 ELEMENTOS MOBILIZADOS PELO PROFESSOR NO PROCESSO DE ORIENTAÇÃO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA ....................................................................................... 404 Rita de Cássia Pereira Borges; Marcos Francisco Borges ...................................................... 404 DIAGNÓSTICO DO CONHECIMENTO PROFISSIONAL DE DOCENTES DE BIOLOGIA QUANTO AO PROCEDIMENTO DE IDENTIFICAR ......................................................................................... 412 6 Maria da Glória Fernandes do Nascimento Albino1; Rozicleide Bezerra de Carvalho2 ......... 412 FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS/QUÍMICA: CONQUISTAS ATUAIS E DESAFIOS FUTUROS DE TRABALHO COLABORATIVO ENTRE DUAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS BRASILEIRAS .......................................................................................................................... 421 Edilson Fortuna de Moradillo; Elisa Prestes Massena; José Vieira do Nascimento Júnior ... 421 CONHECIMENTO DE PROFESSORES/AS SOBRE SEXUALIDADE E DEFICIÊNCIAS.................... 428 Ana Cláudia Bortolozzi Maia1; Teresa Vilaça2 ........................................................................ 428 CONCEITOS ESCOLARES NAS APRENDIZAGENS SOBRE DROGAS LICITAS E ILÍCITAS ............. 437 Vidica Bianchi; Maria Cristina Pansera de Araújo; Eva Teresinha de Oliveira Boff ............... 437 ENSINO DE CONCEITOS SISTÊMICO-COMPLEXOS EM BIOQUÍMICA: UM ESTUDO A PARTIR DO MODELO DAS MÚLTIPLAS PERSPECTIVAS-PERNAMBUCO.................................................... 443 Risonilta Germano Bezerra de Sá1; Zélia Maria Soares Jófili1; Ana Maria dos Anjos Carneiro- Leão1; Janaina de Albuquerque Couto1; Felipe Simões Cézar2 ............................................. 443 EMOCIONES DE FUTUROS MAESTROS ACERCA DE LOS CONTENIDOS CIENTÍFICOS Y LA METODOLOGÍA INDAGATORIA EN UN PROGRAMA DE INTERVENCIÓN EMOCIONAL ......... 452 Diego Armando Retana Alvarado; María Ángeles de las Heras Pérez; Bartolomé Vázquez Bernal; Roque Jiménez Pérez ................................................................................................ 452 AVALIAÇÃO ESCOLAR: UMA PRÁTICA AVALIATIVA NO CONTEXTO DO ENSINO DE CIÊNCIAS ............................................................................................................................................... 463 Ana Lúcia Olivo Rosas Moreira; Abenilde Silmara de Mello; Tatiane Larissa da Silva Farias; Polonia Altoé Fusinato .......................................................................................................... 463 EDUCAÇÃO EM SEXUALIDADES CRÍTICA NAS ESCOLAS DO CAMPO: INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA SOCIAL DAS/OS PROFESSORAS/ES ......................................................................... 471 Mateus Luiz Biancon1; Caio Rosas Moreira2; Ana Lúcia Olivo Rosas Moreira2 ..................... 471 APRENDIZAGEM DE ASTRONOMIA NA FORMAÇÃO INICIAL DE EDUCADORES E PROFESSORES DO 1º E 2º CEB ...................................................................................................................... 479 Pedro Sarreira; Bianor Valente; Paulo Maurício ................................................................... 479 EL CINE EN LA CLASE DE CIENCIAS NATURALES: ESTUDIO PILOTO ENTRE FUTUROS MAESTROS DE PRIMARIA ......................................................................................................................... 488 Manuel Fernández Díaz1, María Victoria Sánchez Giner1, María Rosario Fernández Díaz2, Pablo Follana Pardo1 ....................................................................................................................... 488 CONTEXTUALIZAR O ENSINO DAS CIENCIAS – CONCEÇÕES DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS NO 1º E 2º CICLOS DO ENSINO BÁSICO ....................................................................................... 495 Alcina Figueiroa ..................................................................................................................... 495 O CONHECIMENTO DE UM GRUPO DE FUTUROS PROFESSORES DE SECUNDÁRIA DE CIÊNCIAS DURANTE A FORMAÇÃO INICIAL ........................................................................................... 505 Manuel Vidal López; Pedro Membiela Iglesia ....................................................................... 505 TRABALHOS PRÁTICOS DE GRUPO NA FORMAÇÃO INICIAL DE MESTRES ............................ 512 Manuel Vidal López; Pedro Membiela Iglesia ....................................................................... 512 7 FORMAÇÃO DE PROFESSORES E INTERDISCIPLINARIDADE: NECESSIDADES FORMATIVAS PARA O ENSINO DE CIÊNCIAS ......................................................................................................... 519 Taitiâny Kárita Bonzanini1; Wilson Antonio Lopes de Moura2; Maria Samara Lopes Almeida de Moura2; Victoria Festucci3; Fernanda da Rocha Brando Fernandez4 .................................... 519 UM ESTUDO DE CASO DA TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA NO ENSINO DA PRIMEIRA LEI DA TERMODINÂMICA ................................................................................................................. 527 Claudia Almeida Fiores; José de Pinho Alves Neto ............................................................... 527 FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE QUÍMICA: A PEDAGOGIA HISTÓRICO-CRÍTICA E SUAS CONTRIBUIÇÕES NO ENSINO DE QUÍMICA NO ESTADO DA BAHIA – BRASIL ....................... 534 José Vieira do Nascimento Júnior; Bárbara Carine Soares Pinheiro; Edilson Fortuna de Moradillo ............................................................................................................................... 534 BIOVIVERCIDADE: EXPLORAR RECURSOS BIOLÓGICOS NO 1.º CEB ...................................... 541 Joana Oliveira1,2; Luísa Neves1,2; Nelson Lima1,3 .................................................................... 541 Eixo 7: EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS, CURRÍCULO E POLÍTICAS EDUCATIVAS ................................ 549 A IMPLANTAÇÃO DE UMA BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR NO BRASIL .................. 550 Shalimar Calegari Zanatta1; Marcos Cesar Danhoni Neves; Bruna Marques Duarte; Emerson Pereira Branco ....................................................................................................................... 550 POTENCIAL DOS MANUAIS ESCOLARES DE CIÊNCIAS NATURAIS DO 8º ANO NO DESENVOLVIMENTO DA AUTODIREÇÃO DOS ALUNOS ......................................................... 556 José Luís Coelho da Silva ....................................................................................................... 556 A BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR BRASILEIRA E A URGÊNCIA DE UM CURRÍCULO MAIS CRÍTICO E COMPLEXO ........................................................................................................... 563 Fernando L. Cássio; Giselle Watanabe .................................................................................. 563 O POTENCIAL DA CONSTRUÇÃO COLETIVA DE UM CURRÍCULO INTERDISCIPLINAR ATRAVÉS DE SITUAÇÕES DE ESTUDO ......................................................................................................... 571 Andréa Borges Umpierre; Jaqueline Ritter ........................................................................... 571 Eixo 8: EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS DO STEM PARA O STEAM ..................................................... 578 COMUNIDADES DE APRENDIZAGEM: NOVOS CAMINHOS PARA O LETRAMENTO CIENTÍFICO E CIDADANIA RESPONSÁVEL .................................................................................................... 579 Ivaneide Alves Soares da Costa1; Giulianna Paiva Viana de Andrade Souza1; Ivanise Cortez de Sousa2; Selma Maria Bezerra Jeronimo3 ............................................................................... 579 ENSINO INTEGRAL EM ESCOLAS DE NÍVEL MÉDIO DO ESTADO DE SÃO PAULO/BRASIL: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES EXPERIMENTAIS DE FÍSICA NO ÂMBITO DA EDUCAÇÃO STEM .... 586 Maria Guiomar Carneiro Tommasiello; Luis Carlos Claro ..................................................... 586 8 EMOCIONES DE FUTUROS MAESTROS ACERCA DE LOS CONTENIDOS CIENTÍFICOS Y LA METODOLOGÍA INDAGATORIA EN UN PROGRAMA DE INTERVENCIÓN EMOCIONAL Diego Armando Retana Alvarado; María Ángeles de las Heras Pérez; Bartolomé Vázquez Bernal; Roque Jiménez Pérez Universidad de Huelva diegoarmandoret@hotmail.com Resumen Las emociones son facilitadores u obstáculos en el aprendizaje sobre la enseñanza de las Ciencias. Nuestro propósito es analizar la intensidad de las emociones hacia los contenidos científicos y la metodología indagatoria que manifiestan los estudiantes del Grado de Maestro en Educación Primaria de la Universidad de Huelva, en la fase preliminar de un programa de intervención emocional sobre el tema sociocientífico de construcción hotelera en Paraje Natural Enebrales de Punta Umbría, durante el curso 2016-2017. Esta cuestión despierta emociones que deben regularse en el aprendizaje de conceptos científicos sobre ecosistema para la toma de decisiones argumentadas. Ciento ochenta y cinco estudiantes de la asignatura Didáctica de las Ciencias de la Naturaleza I respondieron un cuestionario de escala tipo Likert con cinco niveles de acuerdo para medir la intensidad de catorce emociones (siete positivas y siete negativas), cuya fiabilidad interna promedio es ,81 y ,84 para contenidos y metodología respectivamente. Se llevó a cabo el análisis descriptivo de las emociones positivas y negativas en cada dimensión y el análisis de frecuencias para cada ítem. El análisis factorial exploratorio indica una estructura factorial de tres factores para contenidos y metodología (medidas Kaiser-Meyer-Olkin son ,86 y ,89; nivel de significación es ,000 y la varianza explicada para los factores extraídos alcanza el 59,4% y 62,3%). Los resultados muestran que, en promedio, la intensidad de las emociones positivas hacia los contenidos es mayor que en la metodología; se expresa mayor intensidad de emociones negativas hacia la metodología, en comparación con los contenidos. Respecto a los tópicos, se alcanza mayor intensidad para temor, satisfacción y aburrimiento; conforme aumenta el temor, disminuye la tranquilidad; la satisfacción correlaciona positivamente con emociones positivas; y el interés es menor al incrementar el aburrimiento. Sobre la indagación, los factores están determinados por temor, entusiasmo y tranquilidad. Las negativas se intensifican al incrementar el temor; a medida que incrementa el entusiasmo, se intensifican las positivas y disminuye el aburrimiento. El diagnóstico orientó estrategias de gestión emocional como la meditación durante la indagación en el ecosistema, donde los futuros maestros recolectaron pruebas científicas y argumentaron sobre implicaciones ambientales, económicas y sociales. Palabras clave: emociones; autorregulación; indagación; formación inicial; educación primaria. Abstract Emotions act as facilitators or obstacles in learning about science teaching. The purpose is to analyse the intensity of the emotions towards the scientific contents and the investigatory methodology manifested by the students of the Degree in Primary Education of University of Huelva in the preliminary phase of a program of emotional intervention about sociocientific theme of hotel construction in Enebrales of Punta Umbría, during the academic year 2016-2017. 452 This issue raises emotions that must be regulated in the learning of scientific concepts on ecosystem for the reasoned decision making. One hundred and eighty-five students of the Didactics of Nature Sciences I subject answered an ad hoc Likert-type questionnaire with five levels of agreement to measure the intensity of fourteen emotions (seven positive and seven negative), whose internal reliability is ,81 and ,84 for scientific contents and methodology respectively. Descriptive analysis of positive and negative emotions was carried out in each dimension and the analysis of frequencies for each item. The exploratory factor analysis on the scores of the whole sample indicates a factorial structure of three factors for contents and methodology (measures of Kaiser-Meyer-Olkin sampling adequacy are ,86 and ,89 whose significance level is ,000 and the explained variance for the extracted factors reaches 59.4% and 62.3%, respectively). The results show that, on average, the intensity of the positive emotions towards the contents is greater than the methodology; the analysis expresses a greater intensity of negative emotions towards the methodology, as compared to the contents. With respect to topics, greater intensity is reached for fear, satisfaction and boredom; as fear increases, tranquillity diminishes; satisfaction correlates positively with positive emotions and interest is lessened by increasing boredom. On inquiry, the factors are determined by fear, enthusiasm and tranquillity. Negative emotions intensify as fear increases; by increasing enthusiasm, positive emotions intensify and boredom decreases. The diagnosis guided emotional management strategies such as meditation during the investigation in the ecosystem, where future teachers collected scientific evidence and argued about environmental, economic and social implications. Keywords: emotions; self-regulation; inquiry; inicial training; primary education. Introducción Actualmente, la investigación en enseñanza y aprendizaje de las Ciencias ha explorado las interacciones entre el dominio cognitivo y afectivo. Durante décadas se consideró que la ciencia estaba ligada a la racionalidad; no obstante, esa concepción ha evolucionado brindando a las emociones un espacio relevante en la Educación Primaria, Secundaria y formación docente. Las emociones son fenómenos multifacéticos que envuelven procesos afectivos, cognitivos, fisiológicos, motivacionales y lingüísticos (Shuman, & Scherer, 2014). Ante un suceso vital se activan reacciones biológicas y cognitivas que producen emociones con función adaptativa y social para tomar decisiones y actuar. En el ámbito académico, los estudiantes experimentan diversas emociones relacionadas significativamente con su motivación, estrategias de aprendizaje, autorregulación y rendimiento académico (Pekrun, Goetz, Titz, & Perry, 2002). Diversos estudios revelan que la formación científica correlaciona positivamente con disfrute, interés y compromiso con el aprendizaje; predictores significativos del futuro interés en ciencia (Lin, Hong, & Huang, 2012). En este sentido, Vázquez-Bernal e Jiménez-Pérez (2016) demostraron mediante modelización por ecuaciones estructurales que los procedimientos científicos en la indagación facilitan la asociación con sus actitudes hacia la ciencia. Por su parte, King, Ritchie, Sandhu, e Henderson (2015) señalan que el interés y compromiso en ciencia puede facilitarse mediante actividades investigativas centradas en cuestiones sociocientíficas, pues producen excitación de emociones positivas como alegría, felicidad y asombro, contribuyendo en la atención de los fenómenos científicos y el recuerdo a largo plazo. Además, las tareas investigativas en equipo sobre cuestiones sociocientíficas informan acerca de la regulación de emociones como frustración e ira (Tomas, Rigano, & Ritchie, 2016). Desde 453 una perspectiva sociocultural, las cuestiones sociocientíficas utilizan problemas relevantes, controvertidos y mal estructurados que requieren la argumentación basada en evidencias, el empleo de contenidos científicos en el marco de metodologías indagatorias y la integración de componentes éticos y emocionales para la toma de decisiones (Zeidler, 2014). En la formación inicial de maestros, se reportan emociones hacia el aprendizaje y la enseñanza de contenidos científicos, fruto del recuerdo de sus antecedentes escolares que influyen en la futura docencia. Por ejemplo, vaticinan emociones positivas como satisfacción y entusiasmo ante la enseñanza de contenidos de Ciencias Naturales (Brígido, 2014). También, los profesores en ejercicio experimentan emociones acompañadas de sus pensamientos y acciones que generan cambios en su Conocimiento Didáctico del Contenido (CDC) (Melo, Cañada, & Mellado, 2017). En el presente estudio, entendemos el CDC a partir de las aportaciones de Gess-Newsome (2015) quien lo define como la base de conocimientos para la planificación de la instrucción de un contenido científico en un contexto particular y como habilidad en la enseñanza. El CDC está inmerso en el modelo de conocimiento profesional del profesor y se relaciona con las emociones que actúan como facilitadores u obstáculos en el aprendizaje. La presente investigación tiene como propósito analizar la intensidad de las emociones positivas y negativas que experimentan los maestros en formación inicial hacia los contenidos científicos y la metodología indagatoria en la fase preliminar de un programa de intervención emocional basado en la indagación sobre el tema sociocientífico de construcción hotelera en el Paraje Natural Enebrales de Punta Umbría, durante el curso 2016-2017. Esta cuestión despierta emociones que deben regularse en el aprendizaje de conceptos científicos sobre ecosistema costero para la toma de decisiones argumentadas. El estudio es novedoso porque se promueven competencias emocionales como el conocimiento y la regulación de las propias emociones y las de los demás a través de la comprensión y resolución del problema sociocientífico. Metodología El presente estudio transversal con alcance exploratorio, descriptivo y correlacional pretende responder los siguientes problemas de investigación:  ¿Con qué intensidad los maestros en formación inicial experimentan emociones positivas y negativas hacia los contenidos científicos y la metodología indagatoria, en la fase preliminar de una intervención emocional?  ¿Qué correlaciones se establecen entre las emociones positivas y negativas? Contexto En 2000, el Ayuntamiento de Punta Umbría (Huelva), adjudicó a la empresa Punta Umbría Turística un proyecto que contemplaba la construcción de hoteles, residenciales y campos de golf en una zona protegida de alto valor ecológico, a pesar de la oposición del Gobierno Central de Andalucía, el cual sostenía que esos suelos no son urbanizables debido a sus funciones ecológicas, paisajísticas y recreativas. La zona incluía el Paraje Natural Enebrales de Punta Umbría, un ecosistema dunar de transición marino-continental de gran valor ecológico, especialmente por su bosque mixto de enebros y sabinas, tomillo carnoso, camaleón; especies protegidas en el litoral andaluz y que están en peligro de extinción. 454 Se desató polémica alrededor de la legalidad del proyecto que implicaba la descatalogación de 168,5 hectáreas de esos terrenos. Esta situación generó posiciones en contra y a favor entre ecologistas y vecinos, algunos lo consideraban un atentado ecológico mientras que otros veían en éste una necesidad económica y turística. En 2016 la empresa resucita el proyecto y pide que le indemnicen por incumplimiento del convenio urbanístico. A partir de esta cuestión controvertida se desarrolló la intervención en tres fases: 1. Preliminar: se estudiaron contenidos científicos sobre sistema, seres vivos, ecosistema y conocimientos didácticos acerca de la naturaleza de la ciencia, su enseñanza y aprendizaje desde la indagación. 2. Desarrollo: incluye presentación y delimitación del problema sociocientífico, búsqueda de información, visita guiada al Paraje Natural Enebrales de Punta Umbría y formulación de explicaciones basadas en evidencias. 3. Comunicación: se enfatiza en comunicación y justificación de argumentos a la luz de explicaciones alternativas mediante elaboración de un póster científico y juego de rol en el que varios equipos asumen posición en contra o a favor del proyecto desde la perspectiva de vecinos, políticos, ecologistas, empresarios, maestros, pescadores, entre otros. A lo largo de la intervención se aplicaron estrategias de conocimiento de las emociones propias y de los demás, metáforas emocionales, meditación y reflexión. Muestra La elección de los sujetos se realizó a través de un muestreo no probabilístico por conveniencia porque eran accesibles y adecuados al objeto de investigación (McMillan, & Schumacher, 2005). La muestra estuvo constituida por 185 maestros en formación inicial quienes cursaron la asignatura Didáctica de las Ciencias de la Naturaleza I correspondiente al Grado de Maestro en Educación Primaria de la Universidad de Huelva (España) en el primer cuatrimestre del curso académico 2016-2017. En relación con el sexo, el 63,8% son mujeres (efecto de la titulación) y el 36,2% son varones. El promedio de edad en las mujeres era de 21,6 años (DE=3,86) y en los varones era de 22,0 años (DE=2,37). Los sujetos procedían del triángulo geográfico Huelva-Sevilla-Cádiz y de países como Italia y Alemania. Además, conformaban los cuatro grupos de la asignatura (T1, T2, T3 y T5) la cual fue impartida por tres formadores. Dicha asignatura es de carácter obligatorio y forma parte del tercer ciclo del programa de estudios. Instrumento Para la recolección de la información se utilizó un cuestionario ad hoc a través del cual se recogieron las variables sociodemográficas (sexo, edad y provincia o país de procedencia) y el grado de acuerdo sobre la intensidad de las emociones positivas o negativas (ver cuadro 1) manifestadas por maestros en formación inicial respecto a dos dimensiones de análisis: contenidos científicos y metodología indagatoria, en la fase preliminar de una intervención investigativa y emocional. La clasificación de las emociones se basa en el instrumento didáctico de la educación emocional propuesto por Bisquerra (2016), el autoinforme de emociones académicas (Pekrun et al., 2002) 455 y el instrumento de medida de emociones durante actividades epistémicas (Pekrun, Vogl, Muis, & Sinatra, 2017). Es un autoinforme cuyo objetivo es medir la intensidad de catorce variables en términos descriptivos, determinar la existencia de posibles correlaciones entre estas y evaluar las propiedades psicométricas mediante el análisis de la estructura factorial como evidencia de validez de constructo y consistencia interna. Está compuesto por dos ítems que se refieren a los tópicos e indagación para valorar en escala tipo Likert cinco niveles en el grado de acuerdo/desacuerdo con el que sienten cada emoción (totalmente en desacuerdo [1] a totalmente de acuerdo [5]). En relación con la validez, el análisis de frecuencias evidenció un sesgo considerable de las variables hacia el valor 1 (emociones negativas), 3 y 4 (emociones positivas) de la escala en ambas dimensiones. Mediante la prueba no paramétrica de Kolmogorov-Smirnov se obtuvieron significancias menores que el nivel de significación estadística equivalente al 5% (p-valor<,05); por lo que se rechazan las hipótesis nulas (H0) en todas las variables y dimensiones. En consecuencia, la muestra proviene de una población con distribución no normal. La fiabilidad, evaluada en términos de consistencia interna ha sido buena tanto para las emociones positivas (contenidos científicos [α=,77] y metodología indagatoria [α=,80]) como para las emociones negativas (tópicos [α=,85] e indagación [α=,87]). El cuestionario fue validado previamente mediante el criterio experto de tres investigadores en Didáctica de las Ciencias Experimentales y prueba piloto con 57 maestros en formación inicial (grupo T1), lo cual contribuyó en mayor comprensión de los ítems, introducción de nuevas variables y fiabilidad interna de la escala. Procedimiento El instrumento fue aplicado durante octubre de 2016 por los investigadores en los cuatro grupos de la asignatura con previa autorización de los profesores. La administración se realizó de manera individual y voluntaria. Los sujetos fueron informados sobre el anonimato y la confidencialidad de las respuestas. Análisis de datos El vaciado y análisis estadístico de los datos se llevó a cabo a través del paquete informático SPSS para Windows, versión 23.0. En primera instancia, se realizó un análisis descriptivo exploratorio de los ítems a través de las medidas de tendencia central, variabilidad y dispersión en las variables de cada dimensión y el análisis de frecuencias para cada ítem. En segundo lugar, se aplicó análisis factorial exploratorio sobre las puntuaciones directas de la totalidad de la muestra 456 para determinar la validez de constructo del instrumento. Estos análisis se ejecutaron empleando un intervalo de confianza del 95%. Resultados Análisis descriptivo exploratorio Atendiendo al objetivo del estudio, se analizan los resultados sobre la intensidad de las emociones hacia los contenidos científicos y la metodología indagatoria que experimentaron 185 maestros en formación inicial antes de la intervención. En el cuadro 2 se presentan las propiedades psicométricas de las variables del estudio, las cuales se derivan del análisis descriptivo exploratorio sobre todas las puntuaciones de la muestra. En términos generales, los resultados son favorables pues se evidencia que las emociones positivas obtuvieron medias de intensidad más altas en las dos dimensiones, en comparación con las emociones negativas que reportaron los valores más bajos. En términos generales, sobresalen las emociones positivas frente a las negativas en ambas dimensiones. En promedio, la intensidad de las emociones positivas hacia los contenidos es mayor que en la metodología; se expresa mayor intensidad de emociones negativas hacia la metodología, en comparación con los contenidos. Respecto a los contenidos, el interés es la emoción positiva de mayor intensidad. Así, el nivel de la escala tipo Likert que más se repitió fue 4 (de acuerdo). Cincuenta por ciento de los sujetos está por encima del valor 4,00 y el restante 50% se sitúa por debajo de éste. En promedio, los sujetos se ubican en 4,12 (favorable). Asimismo, en promedio, se desvían ,84 unidades de la escala. De manera similar, entusiasmo (M=3,88; DE=,80) y aceptación (M=3,68; DE=,80) son las emociones positivas más sobresalientes. Por su parte, tensión (M=2,11; DE=1,14), temor (M=1,88; DE=1,09) y aburrimiento (M=1,88; DE=,94) se manifestaron negativamente con mayor magnitud. Sobre la metodología, las emociones positivas obtuvieron valoraciones muy similares a los tópicos, siendo interés (M=3,98; DE=,85), entusiasmo (M=3,62; DE=,95) y aceptación (M=3,61; DE=,87) las más manifestadas dentro del conjunto. Además, tensión (M=2,28; DE=1,19), temor 457 (M=2,11; DE=1,15) y susto (M=2,06; DE=1,15) son experimentadas con intensidades considerables. Incluyendo ambas dimensiones se aprecia que, en promedio, interés (M=4,05), entusiasmo (M=3,75) y aceptación (M=3,65) junto con tensión (M=2,20), temor (M=2,00), aburrimiento (M=1,93) y susto (M=1,92) son las emociones positivas y negativas más intensas (ver figura 1). 4,50 4,05 4,00 3,75 3,56 3,65 3,51 3,50 3,15 3,16 3,00 2,50 1,92 2,00 2,20 2,00 1,57 1,75 1,93 1,53 1,50 1,00 0,50 0,00 Figura 1. Intensidad media de emociones positivas y negativas respecto a contenidos científicos y metodología indagatoria. En términos de distribución de los datos, se registran valores de asimetría negativos y curtosis positivas mayoritariamente para las emociones positivas en ambas dimensiones. De esta forma, las puntuaciones se localizan hacia la derecha de la curva y sobre la media definiendo curvas platicúrticas con baja conglomeración en la región central. Sobre las emociones negativas casi todas asumen asimetrías y curtosis positivas, por lo que los valores tienden a ubicarse a la izquierda de la curva leptocúritica que alcanza una mayor elevación. Análisis de frecuencias En este subapartado se presenta el análisis de frecuencias para cada ítem con las respectivas tendencias en los niveles de acuerdo. Dichas tendencias representan las sumas de las valoraciones positivas (totalmente de acuerdo y de acuerdo) y negativas (totalmente en desacuerdo y en desacuerdo) para facilitar la interpretación de los resultados. Contenidos científicos En cuanto a las emociones que declaran sentir los maestros en formación inicial hacia los contenidos científicos (ítem 1, figura 2), existe un mayor valor de consistencia interna (α=,85) entre las puntuaciones respecto a que las emociones negativas son las experimentadas con menor intensidad y frecuencia, lo cual está representado por un promedio equivalente al 14,7% de sujetos que se ubican en el nivel ni de acuerdo ni en desacuerdo en la manifestación de dichas emociones. Por su parte, el 32,2% tampoco lo está respecto a las emociones positivas (α=,77). Los resultados evidencian la prevalencia de emociones positivas a diferencia de las emociones negativas que presentan intensidades más bajas. En promedio, el 57,3% de los sujetos manifiestan entusiasmo (73,5%), satisfacción (55,7%), interés (83,2%), aceptación (62,1%), 458 tranquilidad (33,5%), bienestar (49,7%) y asombro (43,8%). En síntesis, expresan mayoritariamente interés, entusiasmo y aceptación. Además, están en desacuerdo y total desacuerdo en la expresión de emociones negativas como rechazo (87,6%), enojo (83,8%), frustración (82,2%), susto (78,4%), aburrimiento (75,1%), temor (73,0%) y tensión (65,9%). No obstante, tensión (M=2,11; DE=1,14) es la emoción de mayor intensidad entre el conjunto. 80 70 60 50 40 30 20 10 0 Emociones negativas Emociones positivas Totalmente en desacuerdo En desacuerdo Ni de acuerdo ni en desacuerdo De acuerdo Totalmente de acuerdo Figura 2. Intensidad de emociones respecto a contenidos científicos. Metodología indagatoria Ante la metodología (ítem 2, figura 3), los sujetos experimentaron mayoritariamente interés (75,7%), aceptación (75,7%), entusiasmo (57,3%), bienestar (54,6%), satisfacción (54,1%) y asombro (36,8%). En promedio, existe un grado de acuerdo positivo igual a 52,9% respecto a la manifestación de estas emociones positivas (α=,80). Así, interés, entusiasmo y aceptación son las de mayor intensidad y frecuencia. 70 60 50 40 30 20 10 0 Emociones negativas Emociones positivas Totalmente en desacuerdo En desacuerdo Ni de acuerdo ni en desacuerdo De acuerdo Totalmente de acuerdo Figura 3. Intensidad de emociones respecto a metodología indagatoria. 459 Por otra parte, la mayoría no están de acuerdo en la experimentación de emociones negativas. Ese desacuerdo (α=,87) es respaldado por frecuencias superiores al 58,0% para susto (67,6%), temor (67,1%), enojo (83,8%), tensión (58,4%), frustración (80,5%), aburrimiento (70,8%) y rechazo (87%). De esta manera, tensión, temor y susto son las emociones más frecuentes e intensas. En promedio, el 33,8% y el 16,8% de los sujetos se ubican en el nivel ni de acuerdo ni en desacuerdo en la expresión de emociones positivas y negativas respectivamente. Análisis factorial exploratorio A partir de los datos originales se calculó la matriz de correlaciones entre las variables. Se halló la existencia de multicolinealidad en las dos dimensiones considerando el índice rho de Spearman en los niveles de significación p=,001 y p=,05. Así, se observó un total de 165 correlaciones bivariadas entre ambas. Tanto los valores de la medida de adecuación muestral de KMO que son de ,86 y ,89 para contenidos científicos y metodología indagatoria correspondientemente, como la prueba de esfericidad de Barlett, cuyo nivel de significación es ,00, proporcionan respaldo estadístico para esta factorización. Seguidamente, se extrajeron los factores mediante el método de componentes principales en cada dimensión y se obtuvo que el 85,7% y 92,9% de las variables presentan suficientes niveles de comunalidad, por lo que más de la mitad de la varianza puede explicarse a través del modelo factorial. En relación con la cantidad de factores a extraer, se consideró el criterio de la raíz latente a partir de los autovalores mayores a la unidad, el porcentaje de varianza explicada próximo al 60% acumulado y el contraste de sedimentación. Para facilitar la interpretación de los factores independientes, se realizó la rotación ortogonal de la matriz de estructura que incluye la solución factorial, a través del método Varimax con normalización Kaiser y se consideró la relación entre la potencia estadística y el tamaño de la muestra (N=185). Así, para una muestra superior a 150 sujetos se considera aceptable un valor ≥,45 para la elección de las variables que conformarán los factores. En el cuadro 3 se señalan en negrita las saturaciones más significativas correspondientes a cada factor extraído en función de las dimensiones analizadas. 460 Tanto en contenidos como metodología se aprecia que cada variable satura mayoritariamente en un único factor, el cual contiene un número reducido de variables que lo identifican. Así, para los tópicos, las emociones que integran el primer factor son temor, susto, tensión, frustración, rechazo, enojo y tranquilidad. El primer factor interpretado como temor correlaciona positivamente con dichas emociones negativas y negativamente con tranquilidad. El segundo factor denominado satisfacción está correlacionado positivamente con entusiasmo, bienestar, aceptación, interés y asombro. El tercer factor denominado aburrimiento correlaciona de forma positiva con enojo y rechazo y negativamente con interés. Partiendo de las puntuaciones factoriales de la matriz de componentes rotados, para los contenidos científicos se obtuvieron valores óptimos para la Varianza Media Extraída (VME=,50) y la Fiabilidad Compuesta (FC=,90). Así, más del 50% de la varianza del constructo se debe a los factores elegidos. Sobre la metodología, temor (factor 1) está correlacionado positivamente con enojo, frustración, tensión, susto, rechazo y aburrimiento. Al incrementar la intensidad del entusiasmo (factor 2) aumenta satisfacción, interés, aceptación, bienestar y asombro, a su vez que disminuye el aburrimiento. Finalmente, se identifica la tranquilidad como tercer factor. Por su parte, para los tres factores la VME=,51 y FC=,93, ambos valores considerados óptimos. Conclusiones Los resultados permiten concluir que las emociones negativas se expresan en menor medida que las emociones positivas tanto en los contenidos como en la metodología. La intensidad de las emociones positivas hacia los contenidos es mayor que en la metodología. Además, las emociones negativas se manifiestan con mayor intensidad hacia la metodología, en comparación con los contenidos. Variables como interés, entusiasmo, aceptación son las emociones positivas más intensas y frecuentes en contenidos y metodología. Emociones negativas como tensión, temor, aburrimiento y susto registran la mayor intensidad y frecuencia en ambas dimensiones. Derivado del análisis factorial, se aprecian suficientes correlaciones entre las variables y se concluye que, en relación con los tópicos, se alcanza mayor intensidad para temor, satisfacción y aburrimiento; conforme aumenta el temor, disminuye la tranquilidad; la satisfacción correlaciona positivamente con emociones positivas; y el interés es menor al incrementar el aburrimiento. Sobre la indagación, los factores están determinados por temor, entusiasmo y tranquilidad. Las negativas se intensifican al incrementar el temor; a medida que incrementa el entusiasmo, se intensifican las positivas y disminuye el aburrimiento. En conclusión, el predominio de las emociones positivas frente a las negativas son un facilitador para el aprendizaje de los conceptos científicos y podría representar un mayor compromiso emocional e intelectual en la resolución del problema sociocientífico durante las fases siguientes de la intervención, donde los maestros en formación inicial tomarán decisiones informadas a partir de diversas fuentes de información, razonamiento moral e implicación emocional (Zeidler, 2014). El diagnóstico de las emociones permitió orientar estrategias de indagación y regulación emocional, tales como la meditación en el paraje natural y la reflexión sobre las implicaciones naturales, éticas, sociales y económicas del proyecto urbanístico. 461 Finalmente, dado que carecen instrumentos para evaluar emociones en múltiples contextos epistémicos (Pekrun et al., 2017), el cuestionario diseñado, validado e implementado representa una aportación relevante a la Didáctica de las Ciencias, pues los hallazgos documentan propiedades psicométricas, fiabilidad y validez satisfactorias. Referências bibliográficas Bisquerra, R. (2016). 10 ideas clave. Educación emocional. Barcelona: Graó. Brígido, M. (2014). Programa metacognitivo de intervención emocional en la enseñanza de las Ciencias Experimentales para maestros de Primaria en formación inicial. (Tesis doctoral). Universidad de Extremadura, Badajoz. Gess-Newsome, J. (2015). 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